terça-feira, 10 de setembro de 2013

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O Evangelho é suficiente pra você?

 


Por Leonardo Gonçalves

Um dos pontos que diferencia evangélicos das seitas pseudocristãs é a suficiência da Palavra de Deus. Todo cristão evangélico sustenta que a Bíblia é a infalível Palavra de Deus, totalmente suficiente, ao ponto de já não necessitarmos novas revelações alheias ao evangelho, nem de aparições angelicais ou ainda tradições esclerosadas de origem duvidosa. Na verdade, afirmar a Suficiência das Escrituras equivale a que não precisamos de nenhuma outra coisa além do evangelho. Nada além das Escrituras.

Se isso for verdade, segue-se que todo o resto é enfeite de culto. É bonito, interessante, as vezes didático, mas secundário. Remova o púlpito, e ainda terá uma igreja cristã. Remova as cadeiras e não perderemos nada. Desligue o ar condicionado do templo e ainda teremos uma igreja evangélica. Acabe com o grupo de musica, desligue o projetor, e ainda teremos uma igreja evangélica, uma pregação evangélica, e um culto evangélico. Será?

Imagine que um dia você chega na sua igreja e encontra um templo vazio: o púlpito não está lá, as cadeiras acolchoadas também não, não há instrumentos musicais, nem banda, nem letras no telão, nem teatro, danças, coreografias, nada nesse estilo. Você entra e tudo o que vê é um homem com uma Bíblia na mão. Como você reagiria? Como você se sentiria? Será que você ainda pensaria que está entrando em uma igreja? Será que a sua igreja sobreviveria sem todos estes elementos secundários? Será que sua fé resistiria a todas essas mudanças? Se nós tivéssemos cultos somente de pregação, as pessoas assistiriam mesmo assim?

Em outras palavras, o Evangelho é realmente suficiente para nós?

A verdade é que se estes elementos deixassem de existir, muitas igrejas desapareceriam também. Isso porque são igrejas centradas em vaidades, e não no evangelho de Cristo. Para elas, a suficiência das Escrituras é apenas um dogma a ser confessado, e não uma verdade para ser vivida!

Pastor, proponho que você faça o seguinte: Remova as cadeiras, tire o púlpito do lugar, desligue os ventiladores, tire os instrumentos e todas as outras coisas não essenciais de sua igreja e aguarde seu rebanho com a Bíblia na mão. Use a oportunidade para falar da suficiência da Palavra. Mostre a eles a diferença entre o essencial e aquilo que é secundário. Deixe que eles sentem no chão, com a Bíblia sobre as pernas e saboreiem a Palavra sem distrações. Aproveite para dizer a eles que milhões de crentes ao redor do mundo se reúnem assim: sem cadeiras, sem edifícios ostentosos, ar condicionado, projetores e banda de musica; são os cristãos perseguidos. Conte a eles como, para milhões de crentes ao redor do mundo, a Bíblia é suficiente.

Marque reuniões mensais assim, onde vocês se despojarão de tudo o que não é essencial para saborear a Palavra e viver como a igreja primitiva e como os crentes perseguidos. Tenham refeições em comum durante este período e intercedam pelos seus irmãos em todo mundo. E se depois de alguns dias você ficar sozinho com a Bíblia na mão, comece a plantar de novo, pois o que você tinha não era uma igreja evangélica, um rebanho de ovelhas, mas apenas uma seita centrada em uma infinidade de elementos não essenciais, mas totalmente distante da verdadeira fé e do evangelho de Deus.

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 Leonardo Gonçalves é missionário no Peru e editor do Púlpito Cristão.

[Postado Por Antognoni Misael]

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

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O que é a "liberdade no Espírito"?

Por Rev. Augustus Nicodemus Lopes

Um dos argumentos mais usados para se justificar coisas estranhas que acontecem nos cultos evangélicos neopentecostais é a declaração de Paulo em 2Coríntios 3:17:

"Ora, o Senhor é o Espírito; e, onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade."

O raciocínio vai mais ou menos assim: quando o Espírito de Deus está agindo num culto, Ele impele os adoradores a fazerem coisas que aos homens podem parecer estranhas, mas que são coisas do Espírito. Se há um mover do Espírito no culto, as pessoas têm liberdade para fazer o que sentirem vontade, já que estão sendo movidas por Ele, não importa quão estranhas estas coisas possam parecer. E não se deve questionar estas coisas, mesmo sendo diferentes e estranhas. Não há regras, não há limites, somente liberdade quando o Espírito se move no culto.

Assim, um culto onde as coisas ocorrem normalmente, onde as pessoas não saltam, não pulam, não dançam, não tremem e nem caem no chão, este é um culto frio, amarrado, sem vida. O argumento prossegue mais ou menos assim: o Espírito é soberano e livre, Ele se move como o vento, de forma misteriosa. Não devemos questionar o mover do Espírito, quando Ele nos impele a dançar, pular, saltar, cair, tremer, durante o culto. Tudo é válido se o Espírito está presente.

Bom, tem algumas coisas nestes argumentos com as quais concordo. De fato, o Espírito de Deus é soberano. Ele não costuma pedir nossa permissão para fazer as coisas que deseja fazer. Também é fato que Ele está presente quando o povo de Deus se reúne para servir a Deus em verdade. Concordo também que no passado, quando o Espírito de Deus agiu em determinadas situações, a princípio tudo parecia estranho. Por exemplo, quando Ele guiou Pedro a ir à casa do pagão Cornélio (Atos 10 e 11). Pedro deve ter estranhado bastante aquela visão do lençol, mas acabou obedecendo. Ao final, percebeu-se que a estranheza de Pedro se devia ao fato que ele não havia entendido as Escrituras, que os gentios também seriam aceitos na Igreja.

Mas, por outro lado, esse raciocínio tem vários pontos fracos, vulneráveis e indefensáveis. A começar pelo fato de que esta passagem, "onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade" (2Cor 3:17) não tem absolutamente nada a ver com o culto. Paulo disse estas palavras se referindo à leitura do Antigo Testamento. Os judeus não conseguiam enxergar a Cristo no Antigo Testamento quando o liam aos sábados nas sinagogas pois o véu de Moisés estava sobre o coração e a mente deles (veja versículos 14-15). Estavam cegos. Quando porém um deles se convertia ao Senhor Jesus, o véu era retirado. Ele agora podia ler o Antigo Testamento sem o véu, em plena liberdade, livre dos impedimentos legalistas. Seu coração e sua mente agora estavam livres para ver a Cristo onde antes nada percebiam. É desta liberdade que Paulo está falando. É o Senhor, que é o Espírito, que abre os olhos da mente e do coração para que possamos entender as Escrituras.

A passagem, portanto, não tem absolutamente nada a ver com liberdade para fazermos o que sentirmos vontade no culto a Deus, em nome de um mover do Espírito.

E este, aliás, é outro ponto fraco do argumento, pensar que liberdade do Espírito é ausência de normas, regras e princípios. Para alguns, quanto mais estranho, diferente e inusitado, mais espiritual! Mas, não creio que é isto que a Bíblia ensina. Ela nos diz que o fruto do Espírito é domínio próprio (Gálatas 5:22-23). Ela ensina que o Espírito nos dá bom senso, equilíbrio e sabedoria (Isaías 11:2), sim, pois Ele é o Espírito de moderação (2Tim 1:7).

Além do uso errado da passagem, o argumento também parte do pressuposto que o Espírito de Deus age de maneira independente da Palavra que Ele mesmo inspirou e trouxe à existência, que é a Bíblia. O que eu quero dizer é que o Espírito não contradiz o que Ele já nos revelou em sua Palavra. Nela encontramos os elementos e as diretrizes do culto que agrada a Deus.
Liberdade no Espírito não significa liberdade para inventarmos maneiras novas de cultuá-lo. Sem dúvida, temos espaço para contextualizar as circunstâncias do culto, mas não para inventar elementos. Seria uma contradição do Espírito levar seu povo a adorar a Deus de forma contrária à Palavra que Ele mesmo inspirou.

Um culto espiritual é aquele onde a Palavra é pregada com fidelidade, onde os cânticos refletem as verdades da Bíblia e são entoados de coração, onde as orações são feitas em nome de Jesus por aquelas coisas lícitas que a Bíblia nos ensina a pedir, onde a Ceia e o batismo são celebrados de maneira digna. Um culto espiritual combina fervor com entendimento, alegria com solenidade, sentimento com racionalidade. Não vejo qualquer conexão na Bíblia entre o mover do Espírito e piruetas, coreografia, danças, gestos. A verdadeira liberdade do Espírito é aquela liberdade da escravidão da lei, do pecado, da condenação e da culpa. Quem quiser pular de alegria por isto, pule. Mas não me chame de frio, formal, engessado pelo fato de que manifesto a minha alegria simplesmente fechando meus olhos e agradecendo silenciosamente a Deus por ter tido misericórdia deste pecador.

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sábado, 7 de setembro de 2013

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O Compartilhar de um dia!

Ilustração sobre um Simples dia!
Hoje, assistindo o filme “Um amor para recordar” vi o exemplo de, um amor tão puro e singelo, de uma fé tamanha, que os maus pensamentos não abalavam um amor como de criança que a protagonista possuía por Deus, pois ela tinha câncer, isso me fez refletir.

A vida é simples, nós é que complicamos ela, ao lado de Cristo nada é ruim o suficiente para nos abater o sorriso do rosto, a grande questão é que ficamos pensado nas consequências do mundo, o que vão falar, o que vão fazer, como vão me tratar diante de tal problema, meus pensamentos são tristes, e nunca se coloca em primeiro lugar o que Cristo vai pensar, será que eu tô agradando a Deus? será que Cristo concorda com os meus pensamentos?

Pensamos em tudo, em todos e em nós; nas consequências dos nossos atos, no que vamos perder, mas o que se perde de mais preciso é um relacionamento com Deus, no momento que fazemos qualquer coisa ruim, seja para nós ou para os outros, ou até quando deixamos de fazer algo bom para os outros, assim perdemos uma paz com ele, uma alegria infinita, um contagiar os outros com tamanho bem estar, fé e satisfação que só se encontra em Cristo Jesus.

Parei de pensar no meu relacionamento com o mundo, valorizando coisas fúteis como reconhecimento ou sucesso, pois isso reflete negativamente no meu relacionamento com Deus, então ao invés de me preocupar com as minhas ações com o mundo, vou me preocupar somente com Deus. As vezes não se conter tanto nos pensamentos bons perante o mundo por medo de ser rejeitado e se permitir expressar certas emoções, mesmo que pareça careta ou besta, produz frutos que você nunca pensou que poderia surgir.

Falando por mim e sendo bem sincera, sinto falta de dizer, ao meu Pai:

“Painho, eu te amo tanto...”
“Minha irmã gosto de estar com você, porque os nossos compromissos tem que sufocar nossa convivência?”
“Dou Glória a Deus por fazer parte dessa família...”
“Minha madrasta, só o que você precisa é se permitir ser mais amada”.

Coisas simples que se eu fizer, pode resultar em coisas tão boas. Então veja, pensar em botar para fora o amor que você sente, ou fazer coisas simples, poderia mudar o mundo, começando por quem está ao seu lado.

Ainda assistindo TV, vi alguém dizer que “Uma família precisa viver junta, conversar entre si, expor o que sente de uma forma mais sincera e segura possível”, e é assim que se constroe um relacionamento; com Deus não é diferente, se você não abre o verbo, não faz coisas simples com ele ou para ele, como se sentir bem? Como vai agradá-lo? Ele não quer um espetáculo, só quer que você seja sincero e viva com ele, e da mesma forma espalhe a simplicidade de viver com Deus, amando quem estar do seu lado, seja a pessoa chata, feia, ou tímida demais, ela só não teve oportunidade de aprender o que você aprendeu, a ser mais amável e desinibido em fazer o que dá vontade para glória de Deus.

Se você quer ser amado então ame, se quer sorrir louve a Deus, se quer ficar triste então coloque para fora orando e supere esse momento.

Só te peço que coloque Deus nisso, seja em qualquer coisa, e viva plenamente a arte de ter VIDA. “Eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância.” João 10:10b

“Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus.” 1 Coríntios 10:31

Um dia simples com seu vizinho, pode ser um grande dia que você teve para glorificar a de Deus.

IMPORTANTE: Em TUDO Deus tem que está no meio.

Conta mais...



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Texto de Élida Cardoso, membro da UMP.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

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FORA DO SISTEMA

“Somente os peixes mortos são levados pela correnteza.”

A natureza é linda, sabemos disso, sentimos isso! Ao contempla-la nos maravilhamos e pensamos: “Como o Criador é soberano, como Ele é criativo e perfeito em sua obra”. Ao olharmos os animais vemos a relação que eles tem com eles mesmos e com o meio em que vivem. Se mais atentamente nos ativermos a esses detalhes podemos  aprender, não sendo os primeiros a fazer isso. Davi e Salomão eram contempladores natos, tiraram exemplos valiosos olhando a criação.

“Como a corça anseia por águas correntes, a minha alma anseia por ti, ó Deus.” (Sl 42:1)
“Observe a formiga, preguiçoso, reflita nos caminhos dela e seja sábio! Ela não tem nem chefe, nem supervisor, nem governante, e ainda assim armazena as suas provisões no verão e na época da colheita ajunta o seu alimento.” (Pv 6:6-8)


E ainda hoje, podemos tirar lições preciosas da criação. Uma delas é com um peixe, o salmão. Esse “carinha”, uma vez por ano, sobe o mesmo rio em que nasceu para desovar, isso é chamado de piracema. Levam-se dias, o caminho não é seguro, seus predadores estão à margem do rio a espera do “banquete”. Mas eles não cogitam outro jeito, tem que subir o rio. Tudo lhes é contrário, a boca escancarada de um urso, a força das águas, a longa jornada. Tudo quer impedi-lo, mas ele prossegue e avança, contra correnteza. E consegue, perpetuando sua espécie.
Na vida cristã vivemos algo semelhante, lutamos contra a maré o tempo todo. Cristo nos chamou pra viver FORA DO SISTEMA! Que sistema? O sistema mundo, o conjunto de valores e crenças que divergem do que o Senhor planejou, de como Ele deseja que vivamos. Somos diferentes, não temos vidas normais, sabemos que esse não é nosso lugar. Nossa conduta não é pautada no senso comum, nossas regras nãos são impostas pela sociedade e não é a mídia que nos diz o que é certo ou errado. É a bíblia, ela que nos distingue, que nos separa, que nos santifica desse mundo caído. Jesus em sua oração sacerdotal pediu ao Pai: “Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade.” (Jo 17:17), sendo a palavra do Senhor a ferramenta de santificação do seu povo. Ser santo não é opção, não é uma alternativa, é uma ordem a quem foi escolhido por Deus: “Mas, assim como é santo aquele que os chamou, sejam santos vocês também em tudo o que fizerem, pois está escrito: "Sejam santos, porque eu sou santo". (I Pe 1:15-16). Então não temos outra opção, lutamos contra o sistema.
Porém não é uma tarefa fácil, o Mestre falou que passaríamos por dificuldades, perseguições, que seriamos odiados. “Se vocês pertencessem ao mundo, ele os amaria como se fossem dele. Todavia, vocês não são do mundo, mas eu os escolhi, tirando-os do mundo; por isso o mundo os odeia.” (Jo 15:19). Entretanto, avançamos e prosseguimos. Ao conhecermos a ferramenta ela mesma nos dá o meio, a forma:
“Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.” (Rm 12:2).

Não é apenas resistir, também é transformar e “subverter” o próprio sistema. Não tomar a forma, ser inconformado. Vivemos um liberalismo em nossos dias, uma pseudoliberdade que nos aprisiona como foi no livro de Galátas. Pecado agora tem outro nome passando a ser chamado de “normal”. Mas não foi pra isso que fomos chamados, somos sal e luz (Mt 5:13,14). A igreja é a luz do mundo, guia os homens nesse mar de trevas em que temos vivido. Somos também sal da terra, sendo uma de suas funções retardar o apodrecimento dessa humanidade cada vez mais corrupta. Enquanto o mundo propaga o ódio, pregamos o amor; enquanto o rancor encontra mais lugar nos corações, liberamos perdão; enquanto o mundo definha e morre exalamos vida. A igreja é a expressão visível do Deus invisível.
Ao lutarmos contra o sistema renovando nossas mentes com a única regra de fé e prática, que é a bíblia, conseguimos experimentar “... a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.” (Rm 12:2). Viveremos em paz mesmo em guerra, sentiremos o agir do Senhor, seremos meio de graça para outros. E mesmo em momentos difíceis, que parece que seremos tragados, olhamos para o autor e consumador da nossa fé e ouvimos Dele: “Eu venci o mundo.” (Jo 16:33). E isso é nossa esperança certa, de que prosseguiremos pelo caminho estreito. Enquanto todos caminham pra uma direção, seguimos outra; enquanto todos buscam por prazer aqui, sabemos que o nosso sofrimento é peso de glória (II Co 4:17); enquanto o sistema cega e mata, somos a luz que se esforça pra tirar mais pessoas da escuridão; enquanto uns andam a passos largos pra morte, caminhamos para a vida eterna em Cristo Jesus.
Que o conhecimento do Deus Santo nos constranja a santidade e que nossa mente seja renovada por sua palavra. Que nossa luz brilhe mais e mais “para que vejam as suas boas obras e glorifiquem ao Pai de vocês, que está nos céus". (Mt 5:16). Porque viver é estar fora do sistema!

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Texto de Isaque Pedro, mais um subversivo da UMP Guarabira.



quarta-feira, 4 de setembro de 2013

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Anatomia e Fisiologia Cristã

                             


"...assim também nós, conquanto muitos, somos um só corpo em Cristo Jesus e membros uns dos outros, tendo, porém diferentes dons segundo a graça que nos foi dada..." Rm. 12: 5-6a


Anatomia e Fisiologia são as bases para qualquer pessoa que deseja estudar algo relacionado ao corpo humano. A anatomia se prende ao estudo das estruturas... nomenclaturas, posicionamentos, quantidades, etc. Já a fisiologia é o estudo da função... é a "anatomia na prática". Cada vez que se estuda um pouco dessas duas importantes ciências... pode-se maravilhar com a criação divina!

São 206 ossos e mais de 600 músculos que compõem do corpo humano, isso sem falar de veias, artérias, nervos, articulações, etc, etc... TUDO FUNCIONANDO EM PLENA HARMONIA! Como se fôssemos uma grande orquestra e Deus, o regente. 

Nada no nosso corpo é desprezível. Tudo tem uma função! Tudo mesmo! Agora você pode estar pensando... mas e o apêndice? Ha-ha! O apêndice não serve pra nada... Engano seu! O apêndice tem sim uma função... e está relacionado com o sistema imunológico humano... os cientistas descobriram isso há, aproximadamente, uma década. Mas Deus, quando criou o homem já deu uma função para este órgão.

Mas onde quero chegar com isso? Quero que você perceba que cada partezinha do nosso corpo é importante... cada uma delas tem a sua função! E como no exemplo da orquestra, se um instrumento desafina ou está fora do ritmo... toda a sonoridade é prejudicada!

"Porque, assim como o corpo é um e tem muitos membros, e todos os membros, sendo muitos, constituem um só corpo, assim também com respeito a Cristo." I Co. 12:12

"Ora, vós sois corpo de Cristo; e, individualmente, membros desse corpo." I Co. 12:27

Como anda o funcionamento do corpo de Cristo, do qual você faz parte? Você tem exercido a função para a qual você foi designado? O órgão que você representa no corpo de Cristo está funcionando normalmente ou está doente?

O primeiro versículo que citamos nesse texto diz que somos membros uns dos outros. E fala também que temos dons diferentes segundo a graça que nos foi dada. É impossível para a mão realizar a função do pé... pois sua estrutura não permite! Mas a função da mão é importantíssima e nenhum outro órgão pode realizá-la. 

Ou seja, VOCÊ membro do corpo de Cristo tem uma função especial a ser executada! Não deixe de fazer! Mexa-se! Faça a sua parte! O pleno funcionamento do corpo de Cristo depende da SUA participação! Somos um só corpo, em Cristo Jesus! 

Que o nosso Deus seja sempre o maestro desse corpo! Que possamos fazer a nossa parte! 

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Texto de Isabelle Albuquerque.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

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Carta aos Gálatas, fuzilando a religiosidade dos dias de hoje

Passaram-se 495 anos da Reforma Protestante e ainda hoje tem gente vendendo indulgências; mais de 2000 anos depois de Cristo ter vindo cumprir a Lei, e ainda tem gente retornando aos ritos da Velha Aliança. 
Diante deste viés, a carta de Paulo aos Gálatas representa um verdadeiro fuzilamento ante as práticas insuficientes da religiosidade difundida e propagada nestes tempos.

Infelizmente ainda hoje há quem queira pagar um preço já pago, quem queira comprar uma benção já dada, ou negociar um escambo espiritual sem nexo algum. O que falo não especifica denominação A ou B, mas acusa uma sub-cultura ainda enraizada na mentalidade de muitos cristãos. 

Lamentavelmente há quem anda reconstruindo o que Jesus derrubou, há quem corra atrás de novos sacerdotes para ouvir a Deus, há quem confeccione seus novos ídolos (tão modernos e sutis) e há que desconsidere a liberdade conquistada por Cristo na Cruz. Lamentavelmente há quem acredite em algo tão distorcido chamado “religião evangélica”.

A Carta aos Gálatas está em nossas mãos, em nossas Bíblias, e lá há um “segredo” que muitos ainda não leram: “Ainda que um anjo vindo do céu nos pregasse o que fosse além do que se havia ensinado, deveríamos considerar maldição”. (Gl 1.8) 

Incrível não é? Incrível também é quando nós, imitando as orientações que Paulo deu aos galácios, somos atacados por agitadores (semelhantes aqueles da mesma época) que pregam atualmente um evangelho totalmente inverso aquele que Cristo Jesus ensinou. 

Naquele contexto, os destinatários de Paulo eram gentios e incircuncisos que insistiam para que os Gálatas não só aceitassem a Cristo, mas que aceitassem a circuncisão. (Gl 2.3-5; 5.2,6,11). 

Era como se tais agitadores afirmassem que viver o Evangelho não era tão simples assim. Era necessário, entretanto, que aqueles gentios novos convertidos se voltassem para os ritos da Lei e especificamente da circuncisão e através daquele sacrifício consolidassem a aliança com Deus.

A carta aos Gálatas visou descomplicar tudo neste sentido, assim como nos revelar um Deus descomplicado e que apenas nos aceita e nos quer livres, sem julgo, sem sacrifícios. Um Deus que não vive para nós, mas vive em nós. 

Não tenho dúvidas de que esta carta representa uma porção que fala e grita em direção aos religiosos de hoje. Gente, leiamos,meditemos e nos libertemos.

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Antognoni Misael, fugindo da religiosidade...

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

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COMO VOCÊ REPRESENTA CRISTO NO FACEBOOK?


Interessante de se pensar, quando se fala de facebook, é que ele é um meio incrível de comunicação que temos hoje em dia. Mantemos contato com todo o mundo através dele. E assim como diversas outras coisas, ele tem o seu lado bom e o seu lado ruim. O bom é que podemos exaltar o nome de Cristo através dele. O ruim é que, não só, podemos não exaltar o nome de Cristo através dele, como também envergonhar o evangelho ao fazermos seu uso de forma inadequada.

Este vídeo vem a nos fazer refletir em como estamos lidando com este mundo moderno. Além de tudo que o Tim Conway aborda, ele faz-nos pensar se estamos firmes e fortes no Autor e Consumador da nossa fé, ou se estamos sendo levado pelo mundo e suas tecnologias. Temos uma oportunidade incrível de, pela graça de Deus, influenciarmos um grande número de pessoas que se encontram em nossas redes sociais. Podemos propagar o evangelho a diversas partes do mundo! Mas também, pode acontecer o que frequentemente tem acontecido, sermos simplesmente envolvidos de tal forma que o nosso facebook sirva tão somente para ver a vida dos outros, passar o tempo com algum joguinho, termos conversas sem foco, enfim, está lá só pra se sentir englobado pela sociedade, o famoso, “não ficar de fora”.

A palavra de Deus nos convoca a resplandecer neste mundo de trevas:

“Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus.”
(Mt. 5:16)

Que o Senhor encontre graça e misericórdia em nós. Que representemos nosso Senhor Jesus Cristo! Que orando sem cessar (1 Ts 5:17) venhamos a manter um verdadeiro diálogo com Deus, para que em todas as nossas ações e em todos os mínimos detalhes de nossas vidas, possamos está exaltando o nome do nosso Deus!

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Texto de Rhadamés Moura, mais um membro da UMP – Guarabira.